Sabemos que a carne é a principal fonte de gordura saturada e de colesterol que estão relacionados diretamente com o risco de doenças cardiovascular. Estudos indicam também que o consumo de carne pode ser o fator maior para o desenvolvimento de câncer no sistema digestivo e de mama, além destas podemos colocar na lista eczema, gastrite, reumatismos, úlcera gástrica, apendicite, arteriosclerose e outras várias doenças relacionados ao consumo de carne!
Quando o animal é morto ele libera toxinas da decomposição cadavérica, microbiana para que seu corpo possa apodrecer! A carne é um cadáver no inicio de sua decomposição, acompanhada da produção de várias toxinas e multiplicação de micróbios! O acréscimo de produtos químicos para conservar e torná-la macia são fontes de ácido úrico e outras matérias extrativas que prejudicam o fígado e aumentam o trabalho renal, causando a fermentação intestinal!
"Se fosse natural alimentar-se de carne, o ser humano teria a metade do comprimento de seus intestinos para não se prejudicar com as toxinas liberadas pela carne. Os animais carnívoros possuem um tubo intestinal cerca de 3 a 5 vezes maior que a distância entre a boca e o anus. Devido à decomposição das toxinas da carne os animais carnívoros têm o aparelho digestivo mais curto, permitindo que as mesmas sejam eliminada o mais breve possível do organismo. O sistema digestivo no homem tem cerca de 10 a 12 vezes a distancia entre a boca e o anus."
Apesar do crescimento na tecnologia o processo de abate permanece primitivo e violento. Os criadores mais bem aparelhados usam um revólver pneumático atordoador, mas é muito comum a marretada na cabeça, que nem sempre é certeira. Os animais sentem o cheiro do sangue dos companheiros mortos e tentam fugirem aterrorizados e por isso recebem choques elétricos. O método faz com que eles liberem toxinas que ficaram na carne. Eles são covardemente massacrados: recebem marretadas, tantas quantas forem necessárias pra que tombem. Os golpes lhes causam mutilações nos chifres, olhos e focinho.
São então suspensos, alguns às vezes ainda vivos por uma das patas traseiras; seus músculos se rompem em virtude do grande peso de seus corpos. Operários com longas facas cortam a garganta de cada animal, na veia jugular e carótida, deixando-o sangrar até a morte, pendurado de cabeça para baixo. Como um processo desse pode ser saudável e natural? Como algo que é resultado de um processo de dor e sofrimento pode ser saboroso? Onde há sangue e gritos não há harmonia.
Bezerros que viram a vitela que vai pra sua mesa são mantidos em pequenas celas que impedem qualquer movimento afim de que não criem músculos e a carne fique macia. Eles também são forçados a uma dieta isenta de ferro que causa fraqueza profunda. Por isso os animais lambem pregos e material metálico das celas e até mesmo sua própria urina. Esse sofrimento dura três meses. Galinhas têm seus bicos cortados, são colocadas em água fervente enquanto vivas, têm suas patas quebradas. Porcos são castrados e programados para a engorda. Eles vivem agrupados ou isolados em áreas muito exíguas e costumam agredir uns aos outros. Não raro, matam-se ou mutilam-se. Para evitar isso, muitos criadores utilizam drogas calmantes na ração.
"E pra quem acha que não adianta parar de comer carne, saiba que cada ser humano vegetariano, salva 35 animais por ano de viverem amontoados em gaiolas, de serem mutilados, drogados, atordoados, massacrados e manuseados inapropriadamente por humanos. Se um único indivíduo para de comer carne, ao longo de 20 anos, é responsável por ter poupado 700 animais. Grandes mudanças começam com atitudes individuais. Para quem ama animais, ser vegetariano é a maior contribuição que se pode dar pelo fim do sofrimento deles."
O que te faz pensar que uma vaca sente menos que um cachorro? Se você já teve ou tem um cachorro você sabe bem que eles têm sentimentos e como sofrem quando sentem dor. O que te faz amar seu animal de estimação e ao mesmo tempo aceitar (e participar!) a matança de outros animais?
Nenhum comentário:
Postar um comentário